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Planejamento nas relações de trabalho

7 Aug 2017

Profissionais de recursos humanos com pouca compreensão do mercado externo, sem visão estratégica para a relação sindical e despreparados para lidar com os diferentes modelos de contratos que podem surgir depois da reforma trabalhista, essa é a realidade encontrada no setor, que além do despreparo dos profissionais muitas vezes conta com a negligência dos gestores que não entendem o seu real papel em uma organização.

O foco nesta área ainda está preso à dimensão interna da organização, havendo pouca atenção e preocupação quanto ao contexto externo, isso inclui o sindicato, as relações de trabalho e as características do próprio mercado. Muitos RH's conhecem o turn over da própria empresa, mas não o do mercado, e assim tendem a achar que estão perdendo profissionais por uma questão de índole dos mesmos.
Por outro lado o gestor de pessoas está sobrecarregado com as urgências do dia a dia, demandas de outros departamentos e cobrança para pensar no futuro da companhia.


Entre 2003 e 2014 o mercado de trabalho passou por uma transformação expressiva, com redução do nível de desemprego, elevação do rendimento e aumento da formalização. Nesse período de aquecimento o RH deveria ter tornado sua companhia um bom lugar para se trabalhar e os sindicatos deveriam ter atuado para melhoras as condições dos empregados. Mas se por um lado os sindicatos foram bem sucedidos em aumentar os salários (dos trabalhadores em geral), as organizações continuaram tratando seus funcionários de forma subordinada e sem vínculo à estratégia.

O mesmo ocorre com relação à captação e ao preparo da mão de obra, que muitos RH's esperam que chegue já capacitada. Esse último ponto pode variar dependendo da localidade, em cidades como São Paulo já há uma relação mais madura com os sindicatos do que em Salvador, por exemplo.

No Brasil, a relação com o sindicato é imposta pela lei, existindo uma pressão interna mas pouca disposição ao diálogo. O sindicato é visto como algo de fora, à parte da gestão como questão de estratégia e não como um parceiro.

 

Diferente do cenário promissor dos primeiros anos do século, o quadro agora é totalmente diverso: a taxa de desemprego subiu, o rendimento caiu e as empresas escolhem os funcionários com quem vão ficar. Com a aprovação da reforma trabalhista haverá um enfraquecimento maior dos sindicatos, implicando em acordos individuais, terceirizações e pejotizações. O RH precisará gerenciar vários contratos de trabalhos diferentes, o que exigirá um conhecimento mais amplo do mercado de trabalho, enfrentando ainda o desafio de engajar terceirizados.

é preocupante saber ainda que a principal fonte de informação para tomar decisões de movimentação, transferência é simplesmente o network, sendo que muitas vezes essa rede de relacionamento tem baixa qualidade de conhecimento sobre o mercado. A busca de uma fonte especializada (e alternativa) de informações pode ser uma saída para sair do vício existente hoje nas relações do RH.

Fonte: Revista Você RH - Julho de 2017

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