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Após três anos de recessão, economia voltará a crescer em 2018

10 Jan 2018

Após três anos de um cenário econômico adverso no País, com diminuição da atividade empresarial, aumento do desemprego e queda do poder aquisitivo das famílias, a expectativa é de recuperação consolidada em 2018. Assim projetam economistas, empresários e lideranças de comércio, serviços e construção civil
 

Mas, apesar do otimismo, há consciência de que a retomada será tímida e estará sujeita a fatores como o resultado das eleições e a situação fiscal do País.

 

Existe uma projeção de expansão de 2,8% do PIB neste ano, sendo um dos fatores principais o maior consumo das famílias. A inflação baixa, que contribui para a sustentação do ganho de renda real, o aumento na geração de empregos e a alta do crédito são os principais fundamentos por trás dessa expectativa.

 

Os efeitos da reforma trabalhista serão sentidos em 2018, ainda de uma maneira incipiente, mas com elevação do ritmo de geração de postos formais de trabalho.

 

Outro fator favorável é a atração de investimentos, em especial privados, o que permitirá a retomada de projetos e a compra de equipamentos e maquinário.

 

PANORAMA

 

O economista e vice-reitor do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte), Adalto Corrêa de Souza Junior, afirma que nada poderá ser pior do que ano passado. A inflação controlada e mais contratações são essenciais para um panorama mais favorável.

 

O consumo das famílias é muito importante para dinamizar a economia. Isso é sentido diretamente pela população em seu dia a dia.

 

EMPRESÁRIOS CONTÊM O OTIMISMO

 

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista da Baixada Santista (SincomércioBS), Omar Abdul Assaf, afirma que o setor deve crescer 3,5% neste ano em comparação a 2017, quando foram faturados R$ 23,8 bilhões.

 

A conjuntura econômica mais favorável permitirá que o consumidor tenha mais dinheiro para gastar. Daí a expectativa de mais contratações.

 

Cargos que lidam com o público como vendedores e recepcionistas, terão maior demanda, uma vez que estes funcionários lidam diretamente com o cliente final.

 

Embora pense ser cedo para identificar uma tendência de comportamento das vendas de cada segmento varejista, Assaf aposta em crescimento no comércio de bens duráveis, como eletrodomésticos, eletrônicos, veículos e móveis, pois foram as áreas que mais sofreram durante a crise.

 

FONTE: atribuna.com.br 

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