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Entenda a Gestão Empresarial

13 Dec 2017

Seja para uma multinacional, seja para um despretensioso negócio familiar, o gerenciamento de empresas é a base do sucesso de qualquer empreendedor. Saber o que está fazendo, com quem, como e por quê é fundamental para o bom andamento de qualquer firma, pois significa antever possíveis falhas e repará-las, evitando prejuízos.

 

Mas o que vem a ser gestão empresarial, tecnicamente?

 

ESTAR NO CONTROLE

 

A gestão nada mais é do que a administração do seu negócio. É criar planos de venda, balancear lucro e oferta, delegar tarefas aos funcionários, mantê-los motivados, enfim, levar a empresa adiante – ou cuidar para manter seu status. A partir do momento em que você comanda um negócio, você é um gestor.

 

Contudo, devemos considerar que o gerenciamento não se resume a “estar no topo” da hierarquia da empresa. Essa é apenas a superfície.

 

Supondo que a empresa seja uma máquina, o gestor é o responsável por mantê-la funcionando e seus subordinados são as peças. Não basta apertar o botão de ligar e desligar. É preciso conhecê-la e cuidar para que nenhuma peça esteja fora do lugar, enferrujada ou disfuncional. Se algo pifa, é ele quem conserta.

 

Em um mundo onde cada vez mais surgem pequenos e médios empreendedores e, da mesma forma, aparecem e desaparecem empresas, é o gerenciamento que vai garantir a longevidade do seu negócio. Afinal, é ele que assegura o pré-requisito básico de tudo o que é feito parar durar: o planejamento.

 

PLANOS DE AÇÃO

 

A própria ideia de planejar compreende elementos a longo prazo. Estabelecer um plano nada mais é do que se preparar para algo que está por vir. Pode dar certo, pode dar errado, mas você não será pego de surpresa. Dada a atual conjectura econômica, isso pode ser, inclusive, seu salva-vidas.

 

A gestão empresarial, portanto, assegura que você tenha saídas quando diante de um problema – seja ele do tamanho que for. Retomemos o exemplo da máquina: você sabe que ela pode dar defeito, que uma peça pode sair do lugar e que isso acarretará em prejuízo. Esse é o primeiro ponto do planejamento: a hipótese.

 

Se a máquina quebrar, você será prejudicado. Portanto, você vai querer se certificar de consertá-la o mais rápido possível – ou sequer deixar que ela quebre.

A possibilidade de uma peça enferrujar é alta, então você deve estar preparado. Analisemos as duas situações a seguir:

 

- Uma peça enferruja e você deve passar graxa para que ela volte a funcionar; entretanto, você guarda a graxa em um armário distante dali e precisa se deslocar para pegá-la e guardá-la após o uso;

- Uma peça enferruja e você deve passar graxa para que ela volte a funcionar; sabendo disso, você mantém a graxa perto da máquina e só a devolve ao armário no fim do expediente;

 

Qual das duas economizará tempo e diminuirá os gastos com o prejuízo?

 

A segunda alternativa é um perfeito exemplo de planejamento. Antever o problema e pensar numa solução rápida e prática resume a função do gerenciamento empresarial.

 

Mas nem sempre é fácil, especialmente para grandes empresas, estar ciente de tudo ao mesmo tempo. Imagine que ao invés de ser responsável por uma máquina, você é responsável por cem. Como garantir o controle sobre todas elas?

 

Aí entra a tecnologia.

 

ERP

 

O desenvolvimento de softwares que organizam as informações de uma empresa é o melhor amigo dos empresários hoje em dia. Isso porque a capacidade de armazenamento e automação do programa cobre, em muitos aspectos, a incapacidade do nosso cérebro de lidar com tantas informações.

 

O enterprise resource planning não só reduz os custos de gerenciamento, contribui com a agilidade empresarial, oferece respostas rápidas e objetivas e diminui a carga de trabalho, como também otimiza o processo de tomada de decisão – requisito número um do gestor.

Agora, ao invés de engraxar as peças enferrujadas, você automatiza esse processo e melhora o custo-benefício.

 

De forma simplificada, o ERP é um banco de dados que interage e se realimenta de suas informações, abrangendo diversos aspectos corporativos e facilitando a reorganização da empresa em caso de grandes mudanças – o que é muito comum.

 

Assim como a indústria veio para substituir o trabalho braçal, intensificando a produção e poupando o trabalhador, essa tecnologia vem para facilitar o processamento de ideias, o planejamento e a gestão em si, propiciando uma vantagem para sua empresa e abrindo as portas para seu sucesso como empreendedor.

FONTE: flexlifeportal.com