A importância de um sistema de gestão ambiental na indústria moveleira

Apesar da preservação do meio ambiente ser uma das questões mais salientes da atualidade, muitas empresas lidam com desafios para implementar processos menos danosos ao solo, ao ar e aos recursos naturais, devido sobretudo à complexidade da legislação nacional e dos custos associados a esta área (parte do empresariado a enxerga apenas como uma despesa e não como investimento). Entretanto, um sistema de gestão ambiental na indústria moveleira não apenas evita dores de cabeça aos fabricantes de móveis e contribui para uma economia mais sustentável, como também favorece a maior competitividade e os diferenciais da marca.

Especialistas em consultoria ambiental para empresas afirmam que o próprio mercado vem exigindo uma produção mais consciente quanto aos impactos das atividades industriais no meio ambiente. Países importadores, clientes, fornecedores e os consumidores finais cada vez mais preferem comprar ou fazer negócios com empresas alinhadas às preocupações socioambientais, em detrimento das indiferentes quanto ao tema.

No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) certifica, por meio da norma ISO 14001, os sistemas de gestão de ambiental (SGA) adotados pelas organizações. Para obter a certificação, o empreendimento precisa atender a uma série de requisitos e estar em conformidade com normas municipais, estaduais e federais. Geralmente é necessário contratar terceiros para realizar auditorias externas e independentes, com auditores credenciados e aptos a avaliarem as operações atuais de uma indústria para sinalizar por ajustes ou medidas corretivas.

Uma desta empresas especializadas em auditorias é a Master Ambiental, com sede em Londrina (PR), que atende fabricantes de móveis de municípios vizinhos no polo moveleiro de Arapongas (PR). De acordo com a gerente da consultoria, Laila Menechino, um sistema de gestão ambiental na indústria moveleira vai muito além da legislação, da fiscalização e da proteção contra multas e embargos.

“Uma empresa com SGA não fica esperando problemas acontecerem ou prazos de licenças expirarem. Ela se antecipa a isso e, mais importante, busca vantagens competitivas. Não se trata de uma necessidade burocrática, mas de uma estratégia para reduzir custos (com desperdícios de matéria-prima, energia elétrica, água, descarte e uso de aterro por exemplo) e aumentar a eficiência energética e tecnológica, isto é, produzir mais com menos”, diz Laila.

FONTE: emobile.com.br

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